~ Little Raii ( ̄ε  ̄)ノ
Aquele momento que estou no pc e lembro que tinha que vigiar a panela no fogo.

- Fudeu, fudeu! A cosinha deve está pegando fogo!

Little Raii

Ouvindo minha música preferida:

Comendo:

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No carro/ônibus:

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No meu quarto:

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Com meu amigo:

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Num lugar que desliza:

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coisas-do-bob:

 

Super Zeroes - The Powerpuff Girls

Carnaval é igual The Walking Dead. Um monte de gente junta, fedendo a carniça e querendo comer todo mundo que vê pela frente.

KKK, pior véi.

LOOOL

A Inglaterra é um país pequeno, e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário, e o túmulo era utilizado para outro defunto. Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, como usamos hoje.

Revelações.